Dicas Culturais
Cinema
Data: 23/02/2010 (terça-feira)
Horário: 20h
Local: Teatro da CAIXA cultural – SBS Qd 4 lote 3/4
Entrada Franca
Informações: 061 3206-9448
Teatro
Dias 26 e 27, às 21h.
Dia 28, às 20h.
Local: Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro, Setor Cultural Norte.
Classificação indicativa: 14 anos.
Ingressos à venda na bilheteria do teatro, das 12h às 20h.
Valores: R$ 20 reais (inteira) e R$ 10 reais (meia).
Informações: 3325-6239 (bilheteria do teatro)
Sinopse: Mulher (Flávia Fafiães) que tem o dom de fazer com que as pessoas, mesmo desconhecidos, lhe contem seus segredos, sentimentos e histórias, reflete sobre o que é arte de escutar, revelando, de forma carinhosa, a complexidade do ser humano, ao relatar encontros saborosos onde escutou aventuras de uma senhora sobrevivente de Woodstock (Thaís Portinho) na fila de um banco, as confidências sombrias de um tio (Charles Paraventi) e uma tia (Carla Faour) numa noite de Natal, as peripécias sexuais de uma mulher (Juliana Guimarães) numa academia de ginástica e a história de um homem atormentado (Isaac Bardavid) no Metrô.
Dança
Dias 5 e 6 março, às 21h.
Dia 7 de março, às 20h.
Local: Sala Martins Villa Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro, Setor Cultural Norte.
Classificação indicativa livre.
Ingressos à venda na bilheteria do teatro, das 12h às 20h.
Valores: R$ 20 reais (inteira) e R$ 10 reais (meia).
Informações: 3325-6239 (bilheteria do teatro).
Sinopse: 4 por 4 é uma colaboração entre dança e arte visual. Trabalhos de artistas brasileiros de diferentes épocas e estilos são transformados em dança. “Cantos” baseado em Cildo Meireles; “Mesa” em Chelpa Ferro; “Povinho” em Victor Arruda; e “Vasos” em Gringo Cardia, são coreografias que trazem vida às imagens. A companhia explora os conceitos de contenção, delicadeza, limitação, ousadia, transparência e, acima de tudo, vitalidade. A música é outro vértice no triângulo artístico formada em 4 por 4 – o espetáculo também mostra a própria Deborah Colker ao piano, interpretando uma sonata de Mozart para duas bailarinas entitulada “Meninas”.
Exposição
Clarice Lispector – A Hora da Estrela
Data: Até 14 de março
Visitação: Terça a domingo, das 10h às 21h
Local: Centro Cultural Banco do Brasil, Galeria 2 | SCES, Trecho 2, lote 22
Informações: Terça a domingo, das 9h às 21h | Telefone: (61) 3310-7087
Entrada Franca
Classificação: Livre
A exposição Clarice Lispector – A Hora da Estrela homenageia uma das maiores escritoras brasileiras apresentando fotografias, manuscritos de seus livros, correspondências, documentos pessoais, primeiras edições e um vídeo cedido pela TV Cultura (entrevista dada a Júlio Lerner e única imagem em movimento da escritora). A mostra conta com curadoria de Julia Peregrino e Ferreira Gullar e cenografia de Daniela Thomas.
OSGEMEOS já estão em Brasília! A exposição estará aberta ao público a partir no dia 02 de Março.
Gardi Hutter, O Ponto
Vi ontem (11/12/09) o espetáculo “O Ponto” (The prompter) com a Gardi Hutter, um clown da suiça, na Caixa Cultural. Já havia visto a peça “Joana D´arc” no FestClown na Funarte. Ela trabalha com varios tipos de humor, as vezes mais fisico (tipo Pica-pau), as vezes mais “mental”. Sempre muito precisa, muito profissional. Gosto do trabalho dela, principalmente quando ela faz piadas com mortes ou quedas.
A força das ruas
Fui a última palestra do Ciclo Arte/Inconsciente ontem (9/12/9) sobre “A Força das ruas” com Negra Li e osgemeos. Gostei de ouvir osgemos, saber da reflexão que fazem sobre suas trajetorias, de ter saido do movimento hip-hop e agora estão em expondo em galerias. Como isso para eles foi algo natural, por mais que reclamem que precisaram ser reconhecidos antes em NY para poderem voltar. Legal a vontade deles sempre estarem informados, olhar para novas referencias, mas sem perder a essencia. A Negra Li me pareceu mais triste nesta reflexão, pois sabe que ao fazer um rap “pop” e ter caído mais no “sistema” tem uma rejeição do movimento. O que a deixa mais solitária na sua “luta”. Talvez seja mais fácil pensar que ela deveria manter suas origens, seguir algo como Os Racionais. Mas penso (obrigado linda!) se não devemos estar abertos para as escolhas de cada um. Por mais que eu tenha uma tendencia a pensar que ela “se vendeu” como algo muito ruim, acho que deveria estar mais aberto para outras trajetórias. A discussão no geral foi boa, mas menos “da rua” do que esperava.
Antes desta palestra, tinha visto a primeira sobre “Arte e Criatividade” com a Denise Fraga e a Olgaria Matos (22/04), depois vi “A energia da dança” com Ivaldo Bertazzo e Renata Melo (20/05) e por fim vi “O estranho mundo dos sonhos” com Lourenço Mutarelli e Milhem Cortaz (22/07). Uma pena que os mediadores em geral não foram muito bons, sorte que as escolhas dos palestrantes foi bem acertada.
Narcotango
Sábado (4/10) fui ao CCBB conferir a um show da programação Ponte Aerea Portenha – Eletrotango. Como conheço o traabalho do Narcotango desde 2005, criei uma grande expectativa em relação a apresentação desta banda de tango eletronico. Pois bem, foi boa, menos do que esperava. As músicas que eu mais gostava não ficaram boas ao vivo. As que eu não gostava ficaram legais. Eram 4 caras: o Carlos Libedinsky no acordeon, um tecladista (bem cara de argentino), um guitarrista (poser) e o batera (meio bronco). Isso reduzia bastante as músicas que eu conhecia com violão, violino, cello.
O legal é que como foi uma apresentação longa (quase 2h) deu tempo de me “desapegar” ao que eu já conhecia deles e tentei ouvir tudo como se fosse novo, como se fosse uma banda que eu não conhecesse. Eles apresentaram 5 músicas do próximo CD, achei boas, principalmente para apresentações ao vivo. No final rolou 3 casais subirem para dançarem no palco. Bonito. Valeu também para lembrar que nem tudo o que é ao vivo é melhor do que o que se escuta em um CD.
Up
Vi no dia 12 de setembro no CasaPark. Melhor filme da Pixar na minha opinião. Nada mais a declarar.
Cena Contemporanea
“No ano em que Brasília se prepara para comemorar seu cinqüentenário, o CENA CONTEMPORÂNEA – Festival Internacional de Teatro de Brasília comemora sua décima edição.
Os números do festival em 2009 impressionam: 12 dias, 24 espetáculos, 12 teatros, três grandes shows, 300 artistas. Nesta décima edição, o festival encara sua mais intensa programação. Tendo a França como país especialmente convidado, o CENA apresentará espetáculos dos Estados Unidos, Canadá, Uruguai, Argentina, Espanha, Israel e, é claro, França, trabalhos de algumas grandes companhias nacionais”
Eu vi 5 espetáculos:
3/9 Appris par Corps – Cie. Un Loup par l’homme (França) Teatro da Caixa
4/9 Kiss Bill – Pigeons International (Canadá) Sala Martins Penna
7/9 La Piste La – Cirque Ailtail (França) Teatro Funarte Plínio Marcos
10/9 Mercadorias e Futuro – Lirinha (PE) Sala Martins Penna
11/9 Delírios de Grandeza – David Espinoza (Espanha) Teatro da Caixa
Destaco os 2 franceses que tratam de circo. O Aprris par courps tem uma mescla de dança, circo e acrobacias. O La Piste La foi um dos melhores circos que vi na vida.
A peça da Lirinha é interessante, produzida pela mulher dele a Leandra Leal, traz o folclore e a cultura nordestina com toques eletronicos e tecnológicos.
Agora o Kiss Bill – uma releitura de Kill Bill – foi cansativa (1h40) e uma dança meio fraca. Valeu pelos momentos mais comédia, tirando sarro do universo do Quentin Tarantino.
O último que vi também foi fraco: Delírios de Grandeza. Um espanhol imaginando ser um cowboy, um super herói. Achei que seria mais interessante pois ele só usa um computador e algumas roupas para fazer todo o espetáculo, mas poderia ser muito melhor. Tanto é que de todas peças que vi foi a única em que as pessoas não se levantaram na hora de aplaudir.
Faltou um pouco mais de organização, por exemplo, a troca dos ingressos na Caixa Cultural estava confuso. Você comprava no Teatro Nacional mas tinha que trocar no local para marcar um lugar. Confuso. Fora estes detalhes trouxeram espetáculos muito interessantes, que dificilmente veria se não fosse este festival.
Grupo Corpo
Vi a apresentação no domingo, 30/08. Uma das mais belas e poéticas apresentações que já vi. Não vi muitas apresentações de dança na minha vida. Mas nem precisava. Eles transcendem. É como ver um filme que te impacta, vc não precisa saber das tecnicas de cinema para se emocionar. Sei que há muita beleza num corpo humano que sabe se movimentar. E como é possível fazer a música ganhar forma. Belo, simplesmente belo.
Arraste-me para o inferno
Aproveitei a promoção da semana passada no Kinoplex que estava R$3 a meia na quinta (27/08) para ver este filme de terror do Sam Raimi. Gostei bastante da experiencia. Não me lembro de ter visto um filme deste gênero no cinema. Nunca fui fã de terror.
Foi legal ver namorados dando sustos nas namoradas, pessoas gritanto, rola um estranho sentimento de fraternidade, de que se trata de uma experiencia social.
O filme é um terrir (terror com comédia). Vale para dar risada e tomar uns sustos. Recomendo.
Yamandu 22/08/09
Já tinha visto um show do Yamandu em um shopping de Campinas há uns 3 anos. A acústica era péssima, e achei uma apresentação com muitos virtuosismos. Desta vez, senti ele mais à vontade (entre uma música e outra tomava um gole de chimarrão) e mais seguro como artista (sabia como apresentar as músicas). Desta vez vi que quando ele tocava de forma virtuosa, fazia mais sentido. Gostei da sua ironia e do seu jeito meio genioso. Curti bastante de uma música que ele criou depois de ler Érico Veríssimo. Me suscitou uma saudade gostosa. Não sei o nome da música.
Meu Prazer / Movimento D
21/08/09, CCBB Meu Prazer, com Márcia Milhazes Companhia de Dança
“Fala da tentativa de encontros de pessoas capazes de trocar afeto, do desejo pelo desconhecido.”
Eu não consigo entender muito dança. Ainda mais dança contemporânea e experimental. Pesquei algumas vezes. Foram mais de 1h de apresentação, uma eternidade. Tive uma interpretação bem diferente da proposta da apresentação, vi um dançarino que representava “o sonhador”, outro “o apaixonado”, uma “a louca” e a última era “a tristeza”. E a única ação era que “a louca” influenciava “a tristeza”. Viagem minha. Bom ter contato com outras artes, por mais que sejam abstratas e pouco “entendíveis”, acho que sempre é válido, principalmente para meu subejtivo.


